Pular para o conteúdo
Artrite

Trapezectomia ou Trapeziectomia: Recuperação, Riscos e Cirurgia para Rizartrose

28 de março de 2021 applu 15 min de leitura
Trapezectomia ou Trapeziectomia: Recuperação, Riscos e Cirurgia para Rizartrose

A trapezectomia, também escrita como trapeziectomia, é uma cirurgia realizada principalmente para tratar a rizartrose avançada, forma de artrose que afeta a articulação localizada na base do polegar.

No procedimento, o cirurgião remove o osso trapézio para eliminar ou reduzir o contato doloroso entre superfícies articulares desgastadas. Dependendo da técnica, a retirada pode ser acompanhada de reconstrução ligamentar, interposição de tendão, suspensão do metacarpo ou outro procedimento destinado a estabilizar o polegar.

A cirurgia pode proporcionar melhora importante da dor e da função, mas a recuperação costuma ser gradual. Movimento, força de pinça e capacidade para tarefas pesadas não retornam ao mesmo tempo.

Trapezectomia ou trapeziectomia: qual é o nome correto?

As duas grafias são encontradas em pesquisas e conteúdos médicos:

  • trapezectomia;
  • trapeziectomia.

“Trapeziectomia” segue a formação a partir de trapézio, nome do osso retirado. “Trapezectomia” é amplamente utilizada nas buscas em português e costuma identificar o mesmo procedimento.

Também podem aparecer expressões como:

  • cirurgia do osso trapézio;
  • retirada do trapézio da mão;
  • cirurgia para rizartrose;
  • artroplastia da base do polegar;
  • ressecção do trapézio;
  • cirurgia da articulação CMC do polegar.

Neste artigo, os dois termos são utilizados para facilitar a compreensão, mas ambos se referem à retirada cirúrgica total ou parcial do osso trapézio.

O que é o osso trapézio da mão?

O trapézio é um dos oito pequenos ossos do carpo, conjunto de ossos localizado entre o antebraço e a mão.

Ele se articula com a base do primeiro metacarpo, formando a articulação carpometacarpal do polegar, também chamada de articulação CMC ou trapeziometacarpiana.

Essa articulação permite movimentos fundamentais, como:

  • oposição do polegar;
  • abrir potes;
  • girar chaves;
  • segurar talheres;
  • escrever;
  • usar tesouras;
  • abotoar roupas;
  • realizar a pinça entre polegar e indicador;
  • agarrar objetos.

Sua grande mobilidade também faz com que a articulação seja submetida a forças elevadas ao longo do tempo.

O que é rizartrose?

Rizartrose é a osteoartrose da articulação localizada na base do polegar, entre o trapézio e o primeiro metacarpo.

Com o desgaste progressivo da cartilagem, o movimento pode produzir dor, rigidez e perda de força.

Os sintomas mais comuns incluem:

  • dor na base do polegar;
  • dificuldade para abrir potes;
  • dor ao girar uma chave ou maçaneta;
  • perda de força de pinça;
  • desconforto ao escrever;
  • inchaço;
  • rigidez;
  • estalos;
  • deformidade na base do polegar;
  • dificuldade em atividades manuais finas.

A dor também pode irradiar para o punho e piorar durante movimentos de torção, preensão ou pinça.

Toda rizartrose precisa de cirurgia?

Não. A cirurgia costuma ser considerada quando a dor e a limitação permanecem relevantes apesar do tratamento conservador.

Antes da trapeziectomia, o médico pode avaliar medidas como:

  • adaptação das atividades;
  • redução temporária dos movimentos que provocam dor;
  • órtese ou tala para estabilizar o polegar;
  • fisioterapia ou terapia da mão;
  • analgésicos;
  • anti-inflamatórios;
  • aplicação de gelo;
  • infiltração articular;
  • adaptações ergonômicas;
  • fortalecimento orientado;
  • estratégias nutricionais complementares para saúde articular.

A radiografia pode demonstrar desgaste importante, mas a decisão cirúrgica não depende somente da imagem. Intensidade da dor, função da mão, profissão, idade, expectativas e resposta aos tratamentos anteriores também são consideradas.

Quando a trapezectomia é indicada?

A cirurgia pode ser considerada quando a pessoa apresenta:

  • dor persistente na base do polegar;
  • dificuldade relevante nas tarefas diárias;
  • perda de força de pinça;
  • rizartrose confirmada;
  • resposta insuficiente às medidas conservadoras;
  • impacto no trabalho ou na independência;
  • limitação progressiva do uso da mão.

A indicação deve ser individualizada por um ortopedista ou cirurgião da mão.

Nem toda dor no polegar é rizartrose. Tendinites, lesões ligamentares, síndrome de De Quervain, compressões nervosas e outras condições podem provocar sintomas semelhantes.

Como é realizada a trapezectomia?

O procedimento geralmente é realizado com anestesia regional, geral ou uma combinação definida pela equipe cirúrgica.

De forma simplificada, o cirurgião:

  1. realiza uma incisão próxima à base do polegar;
  2. protege nervos, vasos e tendões;
  3. acessa a articulação;
  4. remove total ou parcialmente o trapézio;
  5. avalia a estabilidade do primeiro metacarpo;
  6. realiza ou não uma técnica complementar;
  7. fecha a incisão;
  8. imobiliza o polegar.

O procedimento costuma levar aproximadamente uma hora, embora o tempo varie conforme a técnica e as condições do paciente.

Quais são os tipos de cirurgia?

Trapeziectomia simples

Consiste na retirada do trapézio sem reconstrução extensa com tendão.

Estudos de acompanhamento mostram que a técnica simples pode produzir redução sustentada da dor e melhora funcional. Ela também evita parte das intervenções adicionais realizadas sobre os tendões.

Trapeziectomia com reconstrução ligamentar e interposição de tendão

Conhecida pela sigla LRTI, essa técnica utiliza parte de um tendão para reconstruir estruturas de suporte e, em alguns casos, preencher o espaço deixado pela retirada do trapézio.

A sigla correta é LRTI, proveniente de ligament reconstruction and tendon interposition.

Trapeziectomia com suspensão

Diferentes técnicas podem ser utilizadas para suspender ou estabilizar o primeiro metacarpo depois da remoção do trapézio.

Podem ser empregados:

  • tendões;
  • suturas;
  • dispositivos de suspensão;
  • fios temporários;
  • outras formas de estabilização.

Artroplastia com implante

Em alguns casos, o cirurgião pode considerar uma prótese ou implante para substituir a articulação.

A decisão depende de idade, anatomia, qualidade óssea, demanda funcional, experiência do cirurgião e análise dos possíveis riscos.

Artrodese

A artrodese une os ossos da articulação, eliminando seu movimento. Pode oferecer estabilidade e força, mas reduz mobilidade e apresenta riscos próprios, como ausência de consolidação.

É considerada em situações selecionadas e não é equivalente à trapeziectomia.

Qual técnica apresenta melhores resultados?

Não existe uma única técnica ideal para todas as pessoas.

Revisões recentes indicam que a trapeziectomia simples continua sendo uma opção consolidada para aliviar a dor da osteoartrose CMC do polegar, com resultados de longo prazo satisfatórios e perfil aceitável de complicações.

Técnicas adicionais podem ser apropriadas em situações específicas, mas maior complexidade não significa automaticamente resultado superior para todos.

A escolha deve considerar:

  • gravidade da artrose;
  • estabilidade do polegar;
  • força necessária para o trabalho;
  • idade;
  • qualidade dos ligamentos;
  • cirurgias anteriores;
  • preferência e experiência do cirurgião.

Como é a recuperação da trapezectomia?

A recuperação costuma ser mais lenta do que muitas pessoas imaginam.

A dor provocada pela artrose pode melhorar, mas tecidos operados, tendões, ligamentos, cápsula articular e musculatura precisam de tempo para cicatrizar e recuperar função.

Um cronograma aproximado pode ser:

PeríodoO que geralmente acontece
Primeiros diasDor, inchaço, elevação da mão e proteção da cirurgia
1 a 2 semanasAvaliação da ferida e possível retirada dos pontos
2 a 6 semanasImobilização com gesso ou órtese, conforme a técnica
4 a 8 semanasInício ou progressão dos movimentos orientados
6 a 12 semanasRetorno gradual a tarefas leves e recuperação funcional
3 a 6 mesesMelhora progressiva da força e retomada de atividades mais pesadas
9 a 12 mesesContinuação do ganho de força e percepção do resultado final

O cronograma varia. A orientação do cirurgião e do terapeuta da mão sempre prevalece sobre tabelas gerais.

Quanto tempo permanece imobilizado?

O período depende da técnica realizada.

Algumas pessoas utilizam:

  • gesso nas primeiras semanas;
  • órtese rígida para polegar;
  • tala removível;
  • fio temporário para estabilização.

A imobilização frequentemente dura entre quatro e seis semanas, mas pode ser menor ou maior.

Retirar a órtese antes da autorização ou manter imobilização excessiva pode prejudicar o resultado. O equilíbrio entre proteção e movimento deve ser definido pela equipe responsável.

Quando começa a fisioterapia?

A fisioterapia ou terapia ocupacional da mão pode começar em momentos diferentes conforme:

  • tipo de cirurgia;
  • estabilidade obtida;
  • condição da ferida;
  • presença de fio;
  • orientação do cirurgião;
  • evolução da dor e do inchaço.

O programa pode incluir:

  • controle do edema;
  • cuidados com a cicatriz;
  • recuperação da amplitude de movimento;
  • mobilidade do polegar;
  • exercícios de oposição;
  • fortalecimento progressivo;
  • treinamento de pinça;
  • adaptação das atividades diárias.

Exercícios encontrados na internet não devem substituir o protocolo definido para a cirurgia realizada.

Quando é possível dirigir?

Dirigir exige força, coordenação, controle do volante e capacidade de reagir rapidamente.

O retorno depende de:

  • mão operada;
  • tipo de veículo;
  • uso de câmbio manual;
  • presença de gesso ou tala;
  • dor;
  • força;
  • uso de medicamentos sedativos;
  • autorização da equipe.

Muitas pessoas precisam esperar algumas semanas. Não se deve dirigir enquanto a imobilização impedir o controle seguro do veículo ou enquanto houver uso de analgésicos que reduzam atenção e reflexos.

Quando é possível voltar ao trabalho?

O prazo varia conforme a atividade profissional.

Trabalho administrativo

Pode haver retorno mais cedo quando a pessoa consegue proteger a mão, alternar tarefas e evitar digitação excessiva.

Trabalho manual leve

Pode exigir várias semanas, especialmente quando envolve pinça, escrita, instrumentos ou movimentos repetitivos.

Trabalho pesado

Atividades com ferramentas, levantamento de peso, impacto ou força intensa podem exigir três a seis meses ou mais.

A adaptação temporária da função pode permitir retorno antecipado com menor risco.

A trapezectomia recupera a força?

A força tende a melhorar progressivamente durante a reabilitação, mas pode demorar muitos meses.

A cirurgia prioriza o controle da dor e a recuperação funcional. Algumas pessoas podem permanecer com força de pinça inferior à de antes do desenvolvimento da artrose ou à da mão não operada.

O ganho pode continuar por nove a doze meses.

O resultado depende de:

  • condição anterior da mão;
  • técnica;
  • estabilidade;
  • reabilitação;
  • idade;
  • profissão;
  • presença de artrose em outras articulações;
  • adesão às orientações.

Quais são os riscos?

Toda cirurgia apresenta riscos.

As possíveis complicações incluem:

  • infecção;
  • sangramento;
  • hematoma;
  • alteração de sensibilidade;
  • lesão de nervos ou vasos;
  • cicatriz dolorosa;
  • rigidez;
  • fraqueza persistente;
  • dor residual;
  • instabilidade;
  • subsidência do primeiro metacarpo;
  • aderência do tendão;
  • falha ou soltura de implante;
  • síndrome de dor regional complexa;
  • necessidade de nova cirurgia.

A presença de uma complicação possível não significa que ela ocorrerá. O cirurgião pode explicar a probabilidade individual de acordo com a técnica e o estado de saúde.

Quais sinais exigem contato com a equipe?

Depois da cirurgia, procure orientação se ocorrer:

  • febre;
  • dor que piora intensamente;
  • vermelhidão crescente;
  • secreção na incisão;
  • inchaço muito acentuado;
  • dedos frios, pálidos ou arroxeados;
  • dormência nova ou progressiva;
  • gesso excessivamente apertado;
  • falta de ar;
  • dor no peito;
  • reação aos medicamentos.

A mão deve permanecer elevada conforme a orientação recebida, especialmente nos primeiros dias.

A trapezectomia costuma dar resultado?

A maioria dos estudos relata melhora relevante da dor e da função em grande parte dos pacientes.

A trapeziectomia simples apresenta resultados de longo prazo favoráveis, e muitos pacientes relatam satisfação mesmo vários anos depois.

Entretanto, sucesso não significa:

  • recuperação imediata;
  • ausência total de dor desde as primeiras semanas;
  • força máxima em pouco tempo;
  • resultado idêntico nas duas mãos;
  • retorno garantido a qualquer atividade.

Expectativas realistas e adesão à reabilitação contribuem para uma avaliação mais adequada do resultado.

A rizartrose pode voltar depois da retirada do trapézio?

O trapézio removido não volta a crescer. Como o contato artrósico original é eliminado, a fonte principal da dor pode melhorar.

Contudo, a pessoa ainda pode apresentar:

  • dor residual;
  • artrose em outras articulações;
  • fraqueza;
  • instabilidade;
  • sensibilidade da cicatriz;
  • sintomas nos tendões;
  • alterações neurológicas;
  • sobrecarga de estruturas próximas.

Por isso, uma dor persistente depois da cirurgia precisa ser avaliada e não deve ser automaticamente atribuída à “volta” do osso trapézio.

O que fazer antes da cirurgia?

A preparação pode incluir:

  • informar todos os medicamentos e suplementos;
  • controlar diabetes e outras doenças;
  • interromper o tabagismo;
  • organizar transporte;
  • preparar refeições;
  • deixar objetos importantes ao alcance;
  • adaptar roupas e utensílios;
  • planejar ajuda nas tarefas domésticas;
  • seguir as orientações sobre jejum;
  • confirmar quais medicamentos devem ser suspensos.

Não suspenda medicamentos prescritos por conta própria.

Suplementos devem ser interrompidos antes da operação?

O cirurgião precisa conhecer todos os suplementos utilizados.

Alguns ingredientes podem influenciar coagulação, inflamação, glicemia, pressão ou interação com medicamentos. Dependendo do produto e da cirurgia, a equipe pode orientar uma pausa antes e depois do procedimento.

Informe especialmente o uso de:

  • glucosamina;
  • condroitina;
  • Boswellia;
  • cúrcuma;
  • ômega 3;
  • ginkgo;
  • vitamina E em doses elevadas;
  • ervas e extratos combinados.

O fato de um produto ser natural não significa que deva ser mantido automaticamente no período cirúrgico.

Suplementos podem substituir a trapezectomia?

Não. Suplementos não recolocam a cartilagem já perdida, não corrigem deformidades estruturais e não substituem uma cirurgia indicada.

Entretanto, algumas pessoas com osteoartrose procuram suporte nutricional complementar antes de chegar à cirurgia ou como parte de uma estratégia de saúde articular de longo prazo.

Ingredientes como glucosamina, condroitina, ASU e Boswellia são estudados no contexto de:

  • conforto articular;
  • mobilidade;
  • metabolismo da cartilagem;
  • manutenção da atividade física;
  • suporte nutricional às articulações.

Os resultados variam, e esses produtos não devem ser apresentados como cura da rizartrose.

Opções de suporte nutricional para articulações

Para conhecer suplementos relacionados à mobilidade e ao conforto articular, consulte a categoria Articulações.

Entre as opções disponíveis estão:

Cosamin ASU Nutramax

O Cosamin ASU Nutramax com 230 cápsulas combina glucosamina, condroitina, insaponificáveis de abacate e soja, Boswellia/AKBA e extrato descafeinado de chá-verde.

É uma opção premium para pessoas que procuram uma formulação mais ampla voltada ao suporte da saúde articular.

Leia também o artigo Cosamin ASU: para que serve, composição e benefícios.

Glucosamina e condroitina com fórmula ampliada

A Glucosamina com Condroitina, MSM, Boswellia Serrata e Quercetina reúne diferentes ingredientes estudados em suporte articular.

Antes de utilizar qualquer suplemento próximo à cirurgia, mostre a composição completa ao cirurgião.

Perguntas frequentes

O que é retirado na trapezectomia?

É retirado total ou parcialmente o osso trapézio, localizado na base do polegar.

Trapézio e trapezoide são o mesmo osso?

Não. Trapézio e trapezoide são dois ossos diferentes do carpo. A cirurgia para rizartrose geralmente envolve o trapézio, não o trapezoide.

Trapezoidectomia é o mesmo que trapezectomia?

Não necessariamente. “Trapezoidectomia” significaria retirada do osso trapezoide. Muitas buscas usam essa palavra por engano quando a intenção é encontrar informações sobre a retirada do trapézio.

A trapezectomia dói?

É esperado sentir dor e inchaço depois da operação. A intensidade varia, e a equipe pode prescrever medidas e medicamentos para controle.

Quanto tempo leva a recuperação?

Atividades leves podem retornar em algumas semanas, enquanto força e tarefas pesadas podem exigir de três a seis meses. O ganho funcional pode continuar por até doze meses.

Quanto tempo o polegar fica imobilizado?

Frequentemente entre quatro e seis semanas, mas o período depende da técnica e da orientação do cirurgião.

A cirurgia diminui o polegar?

Pode ocorrer pequena alteração na altura do primeiro metacarpo devido ao espaço deixado pela retirada do trapézio. A relevância funcional varia conforme a técnica e a evolução.

O osso trapézio cresce novamente?

Não. O osso removido não volta a crescer.

É possível operar as duas mãos?

Pode ser possível, mas normalmente as cirurgias são planejadas em momentos diferentes para preservar independência durante a recuperação.

Posso tomar glucosamina depois da trapezectomia?

A decisão deve ser discutida com o cirurgião, especialmente no período próximo à operação. O suplemento não substitui fisioterapia nem o tratamento pós-operatório.

Conclusão

A trapezectomia ou trapeziectomia é uma cirurgia consolidada para casos de rizartrose que continuam provocando dor e limitação apesar do tratamento conservador.

A retirada do osso trapézio reduz o contato doloroso na base do polegar, mas a recuperação exige tempo, proteção, terapia da mão e progressão gradual das atividades.

A melhora da dor pode aparecer antes da recuperação completa da força. Em muitos casos, o resultado continua evoluindo durante nove a doze meses.

Suplementos para articulações podem fazer parte de uma estratégia nutricional complementar, mas não substituem uma cirurgia indicada nem devem ser iniciados ou mantidos no período operatório sem o conhecimento da equipe responsável.

Referências

American Academy of Orthopaedic Surgeons. Thumb Carpometacarpal Arthroplasty.
https://orthoinfo.aaos.org/en/treatment/thumb-carpometacarpal-cmc-arthroplasty/

American Academy of Orthopaedic Surgeons. Arthritis of the Thumb.
https://orthoinfo.aaos.org/en/diseases–conditions/arthritis-of-the-thumb/

Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão. Rizartrose e cuidados com a articulação do polegar.
https://www.cirurgiadamao.org.br/imprensa-releases-exibir.php?id=34

Yeoman TFM et al. The Long-Term Outcome of Simple Trapeziectomy.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29914276/

Raj S et al. Trapeziectomy versus Joint Replacement for First Carpometacarpal Joint Osteoarthritis: A Systematic Review and Meta-analysis.
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9279208/

Compartilhe este artigo:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *