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Alimentos e suplementos

O Que São Probióticos? Benefícios, Tipos, Cepas, UFC e Como Escolher

4 de outubro de 2019 applu 20 min de leitura
O Que São Probióticos? Benefícios, Tipos, Cepas, UFC e Como Escolher

Probióticos estão em toda parte.

Farmácias, supermercados e lojas de suplementos oferecem produtos com 1 bilhão, 10 bilhões, 50 bilhões, 100 bilhões ou até centenas de bilhões de UFC.

Alguns possuem uma única espécie.

Outros combinam várias.

Existem bactérias, leveduras, microrganismos formadores de esporos, probióticos associados a prebióticos e formulações de ultra-alta potência que chegam à escala dos trilhões de UFC/CFU por programa.

Mas afinal:

o que são probióticos?

para que servem?

qual é a diferença entre espécie e cepa?

o que significa UFC ou CFU?

quanto mais bilhões, melhor?

probiótico e prebiótico são a mesma coisa?

e como escolher um bom probiótico diante de tantas opções?

Este guia foi criado para responder essas perguntas e servir como ponto de partida para quem quer entender probióticos de maneira mais séria.

O que são probióticos?

A definição científica mais aceita descreve probióticos como:

microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefício à saúde do hospedeiro.

Existem três ideias fundamentais nessa definição:

MICRORGANISMOS

VIVOS

BENEFÍCIO DEMONSTRADO

Isso é importante porque nem todo alimento fermentado é automaticamente um probiótico.

Da mesma maneira, simplesmente encontrar bactérias vivas em determinado produto não significa que elas possam ser chamadas cientificamente de probióticas.

O termo envolve uma relação entre:

microrganismo identificado + quantidade adequada + benefício.

Probióticos são bactérias?

Muitos são.

Mas nem todos.

Entre os microrganismos utilizados em produtos probióticos encontramos diferentes grupos de bactérias, incluindo espécies pertencentes a gêneros como:

Bifidobacterium

e diferentes gêneros historicamente agrupados sob o nome:

Lactobacillus.

Mas também existem probióticos que são leveduras.

Um exemplo muito conhecido é:

Saccharomyces boulardii.

Essa distinção é importante.

Bactéria e levedura não são a mesma coisa e podem responder de maneiras diferentes ao ambiente e a determinados medicamentos.

Existem ainda probióticos baseados em bactérias capazes de formar esporos, outra estratégia microbiológica bastante diferente.

Portanto, perguntar apenas:

“Quantos bilhões tem?”

é pouco.

Antes disso precisamos perguntar:

“Bilhões de quê?”

O que é microbiota intestinal?

A microbiota intestinal é a enorme comunidade de microrganismos que habita nosso trato gastrointestinal.

Ela inclui diferentes:

bactérias;

fungos;

vírus;

arqueias;

e outros microrganismos.

Esse ecossistema interage com o organismo humano de inúmeras maneiras.

A microbiota participa de processos relacionados à:

digestão;

fermentação de componentes da dieta;

produção e transformação de metabólitos;

barreira intestinal;

e interação com o sistema imunológico.

Por isso, atualmente é difícil falar seriamente de saúde intestinal sem falar também de microbiota.

Microbiota e microbioma são a mesma coisa?

Os termos são frequentemente utilizados como se fossem sinônimos, mas existe uma diferença conceitual.

De maneira simplificada:

MICROBIOTA refere-se principalmente à comunidade de microrganismos.

MICROBIOMA pode incluir também seus genes, funções e o ambiente biológico relacionado a essa comunidade.

Para o consumidor, essa distinção nem sempre muda uma decisão prática, mas ajuda a compreender por que pesquisas modernas vão muito além de simplesmente descobrir “quais bactérias existem no intestino”.

O que é disbiose intestinal?

O termo disbiose é utilizado para descrever alterações desfavoráveis na composição ou funcionamento de uma comunidade microbiana.

Mas existe um cuidado importante:

não existe uma única microbiota perfeita que todas as pessoas deveriam possuir.

O ecossistema intestinal varia entre indivíduos.

Por isso, disbiose não deveria ser reduzida a:

“faltam bactérias boas e sobram bactérias ruins”.

A realidade é muito mais complexa.

Ainda assim, alterações da microbiota são estudadas em diversos contextos gastrointestinais e metabólicos.

É justamente por isso que muitas pessoas que pesquisam:

disbiose;

diarreia recorrente;

gases;

distensão abdominal;

alterações intestinais depois de antibióticos;

Síndrome do Intestino Irritável (SII);

ou barreira intestinal

acabam chegando também aos probióticos.

Para que servem os probióticos?

Aqui precisamos evitar uma resposta excessivamente genérica.

Não existe um único benefício que possa ser automaticamente atribuído a qualquer probiótico.

Os efeitos dependem de fatores como:

• microrganismo;
• espécie;
• cepa;
• quantidade;
• formulação;
• população estudada;
• contexto de utilização.

Isso significa que um estudo realizado com uma cepa específica não prova que qualquer produto contendo uma espécie parecida produzirá exatamente o mesmo resultado.

Essa é uma das regras mais importantes para interpretar pesquisas sobre probióticos.

Gênero, espécie e cepa: qual é a diferença?

Esse assunto parece técnico, mas é essencial para escolher um probiótico.

Imagine uma classificação em níveis.

Podemos ter:

GÊNERO

↓

ESPÉCIE

↓

CEPA

Por exemplo, dentro de uma determinada espécie podem existir várias cepas.

E cepas diferentes podem possuir características diferentes.

É por isso que dois produtos que parecem semelhantes no rótulo podem não ser microbiologicamente equivalentes.

Quando uma pesquisa clínica demonstra determinado resultado com uma cepa específica, não devemos automaticamente transferir esse resultado para qualquer outra cepa da mesma espécie.

Um exemplo: Saccharomyces boulardii

Esse é um bom exemplo porque é bastante conhecido no Brasil.

Saccharomyces boulardii é uma levedura utilizada como probiótico.

Alguns produtos identificam ainda a cepa utilizada.

O Floratil, por exemplo, utiliza S. boulardii CNCM I-745.

Isso nos dá uma identificação muito mais específica do que simplesmente escrever:

“contém leveduras probióticas”.

Esse nível de identificação é particularmente útil quando queremos relacionar um produto à literatura científica disponível.

E o Bacillus clausii?

Outro exemplo conhecido é o Bacillus clausii, utilizado em produtos como Enterogermina.

Aqui temos outra estratégia.

Bacillus pode formar estruturas altamente resistentes chamadas esporos.

Portanto, comparar diretamente:

S. boulardii

com

B. clausii

ou com uma formulação multicepas baseada em lactobacilos e bifidobactérias apenas pelo número de UFC é uma comparação incompleta.

São estratégias microbiológicas diferentes.

O que significa UFC?

UFC significa:

Unidades Formadoras de Colônias.

Nos rótulos internacionais aparece normalmente:

CFU — Colony-Forming Units.

Portanto:

UFC = CFU.

Essa medida é utilizada para estimar a quantidade de microrganismos viáveis capazes de formar colônias em condições apropriadas.

Por isso encontramos probióticos anunciados com:

1 bilhão de UFC;

10 bilhões;

50 bilhões;

100 bilhões;

500 bilhões;

e até programas que atingem a escala dos trilhões de UFC/CFU.

Quanto mais UFC, melhor o probiótico?

Não necessariamente.

Essa é provavelmente uma das maiores confusões do mercado.

Imagine:

Probiótico A — 10 bilhões de UFC

Probiótico B — 100 bilhões de UFC

Não podemos concluir que B proporcionará dez vezes mais benefício.

Probióticos não funcionam como uma simples competição matemática.

Também importam:

espécie;

cepa;

formulação;

viabilidade;

tecnologia;

estabilidade;

dose estudada;

e objetivo.

Mas isso também não significa que a quantidade de UFC seja irrelevante.

Existem formulações deliberadamente desenvolvidas em torno de uma estratégia de alta ou ultra-alta potência.

Nesses casos, a enorme quantidade de microrganismos é uma característica real da proposta.

A interpretação correta é:

UFC importa, mas UFC sozinha não define o melhor probiótico.

1 bilhão, 50 bilhões ou 500 bilhões: qual escolher?

Não existe um número universalmente ideal.

A quantidade adequada depende da formulação e do que foi estudado para aquele microrganismo.

É por isso que perguntas como:

“quantos bilhões um bom probiótico deve ter?”

não possuem uma única resposta.

Um produto com uma cepa específica e uma quantidade relativamente pequena pode ter uma base científica muito mais relevante para determinado contexto do que uma mistura aleatória contendo centenas de bilhões de microrganismos.

Por outro lado, produtos de ultra-alta potência podem representar uma estratégia completamente diferente.

O que é um probiótico multicepas?

É uma formulação contendo múltiplas cepas.

A ideia pode parecer automaticamente superior:

mais cepas = melhor.

Mas isso também não é uma regra.

O importante é entender:

quais cepas estão presentes?

por que foram combinadas?

qual é a quantidade?

existe racional para a formulação?

a combinação foi estudada?

Uma lista enorme no rótulo não substitui uma formulação bem construída.

Probióticos e prebióticos: qual é a diferença?

Eles são diferentes.

De maneira simples:

PROBIÓTICO

fornece microrganismos vivos que atendem aos critérios de probiótico.

PREBIÓTICO

é um substrato utilizado seletivamente por microrganismos do hospedeiro e que confere benefício à saúde.

Algumas fibras e oligossacarídeos podem atuar como prebióticos, mas nem toda fibra é automaticamente um prebiótico.

Essa distinção é importante.

Um prebiótico não precisa simplesmente:

“alimentar bactérias”.

Existe um conceito de utilização seletiva por microrganismos e benefício associado.

O que são simbióticos?

Simbióticos combinam:

microrganismos vivos

substratos utilizados seletivamente por microrganismos.

Mas o conceito moderno é mais preciso do que simplesmente:

“probiótico + qualquer fibra”.

A combinação precisa atender aos critérios correspondentes à estratégia simbiótica.

O que são pós-bióticos?

Pós-bióticos representam outra categoria.

Eles não são simplesmente probióticos vivos.

Em vez disso, envolvem preparações de microrganismos inativados e/ou seus componentes que demonstram benefício à saúde.

Portanto:

PROBIÓTICO = microrganismo vivo.

PÓS-BIÓTICO = preparação contendo microrganismos inativados e/ou seus componentes, com benefício demonstrado.

Existe ainda uma distinção importante:

matar um probiótico não transforma automaticamente o produto em um pós-biótico.

O benefício da preparação precisa ser demonstrado.

Alimento fermentado é automaticamente probiótico?

Não.

Esse é outro mito bastante comum.

Iogurte, kefir, chucrute, kimchi e outros alimentos fermentados podem conter microrganismos vivos dependendo de como foram produzidos e processados.

Mas:

alimento fermentado ≠ automaticamente alimento probiótico.

Para utilizar corretamente o termo probiótico é necessário atender aos critérios relacionados a microrganismos vivos, quantidade adequada e benefício demonstrado.

Alguns alimentos fermentados podem conter culturas com características probióticas.

Outros são simplesmente alimentos fermentados.

Quais alimentos contêm microrganismos vivos?

Entre os alimentos frequentemente associados a culturas vivas estão:

iogurtes com culturas vivas;

kefir;

alguns vegetais fermentados não pasteurizados;

e outros produtos obtidos por fermentação.

Mas processamento importa.

A pasteurização, por exemplo, pode inativar os microrganismos presentes.

Portanto, novamente:

fermentado não significa automaticamente probiótico.

Temos um guia específico sobre alimentos probióticos e fermentados, no qual aprofundamos essa diferença.

Probiótico em alimento ou suplemento: qual é melhor?

Não existe uma resposta universal.

Alimentos fermentados podem fazer parte de uma dieta variada e oferecer uma matriz alimentar complexa.

Suplementos, por outro lado, permitem controlar melhor determinadas características, como:

microrganismos específicos;

cepas;

quantidade de UFC;

combinações;

e forma de administração.

Para alguém que simplesmente quer incorporar alimentos fermentados à alimentação, um suplemento pode nem ser necessário.

Já alguém procurando uma cepa ou formulação específica está diante de outra situação.

Probióticos depois de antibióticos

Esse é um dos contextos mais conhecidos de procura por probióticos.

Antibióticos são utilizados para atingir bactérias sensíveis, mas podem também produzir alterações na microbiota.

Por isso, existe grande interesse científico no uso de probióticos em diferentes situações relacionadas à antibioticoterapia.

Mas é importante não generalizar.

Antibióticos diferentes, probióticos diferentes e contextos diferentes não produzem necessariamente os mesmos resultados.

Existe ainda uma particularidade interessante:

Saccharomyces boulardii é uma levedura, não uma bactéria.

Isso significa que antibióticos antibacterianos não atuam sobre ela da mesma forma que atuam sobre bactérias.

Probióticos para diarreia

Diarreia é outra razão frequente para procurar probióticos.

Mas “diarreia” não é uma única condição.

Ela pode ocorrer em diferentes contextos e ter diversas causas.

Por isso, não seria responsável dizer:

“qualquer probiótico serve para diarreia”.

Cepas específicas possuem níveis de evidência diferentes em contextos específicos.

Além disso, diarreia persistente, intensa ou recorrente merece investigação da causa.

Probióticos e Síndrome do Intestino Irritável (SII)

Probióticos também são pesquisados no contexto da Síndrome do Intestino Irritável.

Novamente, a literatura não permite tratar todos os produtos como equivalentes.

Resultados podem variar conforme:

cepa;

combinação;

dose;

duração;

e população estudada.

Portanto, dizer apenas:

“probióticos funcionam para SII”

é uma simplificação excessiva.

Uma pergunta melhor é:

“quais formulações foram estudadas, em quais pessoas e para quais desfechos?”

Probióticos e intestino permeável

“Intestino permeável” é uma expressão popular relacionada ao conceito de permeabilidade intestinal.

A barreira intestinal é uma estrutura biológica real e extremamente importante.

Microbiota, muco, células epiteliais e sistema imunológico participam dessa interface.

Existem pesquisas investigando como diferentes intervenções podem influenciar essa barreira.

Mas não devemos transformar esse campo complexo em promessas como:

“este probiótico fecha o intestino permeável”.

Isso vai muito além do que pode ser afirmado genericamente.

Probióticos podem colonizar permanentemente o intestino?

Nem sempre.

Essa é outra ideia simplificada que precisa ser revista.

Consumir um probiótico não significa necessariamente que aquela cepa irá:

chegar ao intestino → instalar-se permanentemente → permanecer para sempre.

Alguns microrganismos podem exercer efeitos enquanto transitam pelo trato gastrointestinal sem estabelecer colonização permanente.

Isso não significa que sejam inúteis.

Significa apenas que:

benefício probiótico não exige necessariamente residência permanente.

Preciso tomar probiótico para sempre?

Não existe uma regra universal.

Isso depende completamente do produto e da estratégia.

Existem formulações destinadas ao uso diário.

Outras são utilizadas em períodos específicos.

E existem produtos desenvolvidos em torno de cursos curtos de alta potência, seguidos por estratégias diferentes.

Portanto:

“probióticos devem ser consumidos ad eternum”

não é uma regra científica geral.

A utilização deve fazer sentido para o produto e para o contexto.

Probiótico precisa ser refrigerado?

Depende.

Algumas formulações necessitam de refrigeração.

Outras foram desenvolvidas para permanecer estáveis em temperatura ambiente dentro das condições estabelecidas pelo fabricante.

Tecnologias como:

liofilização;

controle de umidade;

embalagem protetora;

e seleção dos próprios microrganismos

podem influenciar bastante a estabilidade.

Portanto, não utilize a regra:

“se não veio gelado, morreu”.

Consulte as instruções específicas do produto.

O que é liofilização?

Liofilização é uma técnica utilizada para remover água de materiais sob condições controladas.

No caso de microrganismos, ela pode ajudar a colocá-los em um estado de atividade metabólica extremamente reduzida.

Isso facilita armazenamento e transporte de determinadas formulações.

Mas a estabilidade final depende do conjunto:

microrganismo + processo + embalagem + umidade + temperatura + tempo.

A quantidade de UFC precisa durar até a validade?

Esse é um excelente critério para avaliar rótulos.

Quando você lê:

50 bilhões de UFC

pergunte:

quando?

Na fabricação?

Na dose?

Durante toda a vida útil?

Fabricantes podem trabalhar com diferentes formas de declarar essa informação.

Por isso, vale procurar produtos que expliquem claramente o significado da contagem.

Microrganismos são vivos.

Viabilidade importa.

Como escolher um bom probiótico?

Em vez de procurar apenas o maior número da embalagem, use um checklist.

1. Identifique os microrganismos

Não fique apenas em:

“contém probióticos”.

Procure saber quais são.

2. Procure espécie e, quando relevante, cepa

Quanto mais específica for a identificação, melhor será sua capacidade de relacionar o produto à pesquisa disponível.

3. Observe as UFC/CFU

Veja a quantidade, mas também entenda:

por dose?

por cápsula?

por dia?

por programa?

4. Não escolha apenas pelo maior número

Compare formulação e estratégia.

5. Entenda a tecnologia

Como os microrganismos permanecem viáveis?

6. Observe validade e armazenamento

Um probiótico é um produto biologicamente diferente de um simples mineral.

7. Avalie prebióticos quando presentes

Entenda por que foram adicionados.

8. Procure evidência relevante

Não extrapole automaticamente estudos de uma cepa para outra.

9. Considere seu objetivo

“Quero melhorar minha alimentação” é uma situação.

“Estou procurando uma cepa específica” é outra.

“Quero conhecer os probióticos mais potentes do mercado” é outra.

10. Verifique procedência

Especialmente em produtos importados premium.

Qual é o melhor probiótico?

Depois de entender tudo isso, fica evidente por que não existe uma resposta simples.

O melhor probiótico depende do que estamos comparando.

Se a pergunta for:

qual tem mais UFC?

teremos uma resposta.

Se for:

qual cepa possui evidência para determinado contexto?

podemos ter outra.

Se for:

qual utiliza esporos?

outra.

Se for:

qual é uma levedura?

outra.

E se a pergunta for:

qual é uma das formulações mais potentes e sofisticadas disponíveis para quem procura um programa premium de microbiota?

entramos em uma categoria diferente de produtos.

Criamos um guia específico para essa busca:

Melhor Probiótico: Como Escolher Entre os Mais Potentes e Por Que o Elixa se Destaca.

Probióticos de ultra-alta potência

A maior parte dos consumidores está acostumada a encontrar números na escala dos bilhões.

Mas existem formulações que trabalham com quantidades muito superiores.

Um exemplo é o Elixa Probiotic.

Sua Fase 1 atual fornece:

500 BILHÕES DE UFC/CFU POR DOSE

durante:

6 DIAS

totalizando:

3 TRILHÕES DE UFC/CFU NO PROGRAMA COMPLETO.

É importante interpretar corretamente:

não são 3 trilhões por cápsula.

não são 3 trilhões por dia.

São:

3 trilhões ao longo do programa completo de 6 dias.

Por que Elixa é diferente?

A quantidade extraordinária de UFC chama atenção, mas a proposta atual vai além.

O programa é estruturado em:

FASE 1 — DIRECIONAMENTO

Elixa Probiotic
6 dias
3 trilhões de UFC/CFU no programa

↓

FASE 2 — RECONSTRUÇÃO

Probiótico específico da Fase 2
+
Elixa Prebiótico

↓

FASE 3 — MANUTENÇÃO

Elixa Prebiótico

Em resumo:

DIRECIONAR → RECONSTRUIR → MANTER.

Portanto, estamos diante de uma estratégia bastante diferente de simplesmente:

“uma cápsula de probiótico todos os dias”.

Elixa é melhor que Floratil ou Enterogermina?

Não devemos transformar produtos microbiologicamente diferentes em uma simples classificação do maior para o menor.

Floratil utiliza Saccharomyces boulardii.

Enterogermina utiliza Bacillus clausii.

Elixa utiliza uma estratégia multibacteriana de ultra-alta potência integrada posteriormente a um programa com prebióticos.

São propostas diferentes.

Para quem quer entender exatamente essas diferenças, temos um comparativo específico:

Elixa vs Floratil, Enterogermina e Repoflor: Qual Probiótico Escolher?

Como saber se um probiótico importado é original?

Essa pergunta torna-se especialmente importante conforme o preço e a especialização aumentam.

Observe:

fabricante;

lote;

validade;

integridade;

versão atual;

vendedor;

e principalmente:

procedência.

Uma fotografia bonita não comprova origem.

Um anúncio pode copiar descrições e imagens de um fabricante legítimo.

Por isso, criamos também:

Probiótico Original ou Falso? Como Avaliar Procedência, Qualidade e Conservação Antes de Comprar.

Probióticos são seguros?

Probióticos possuem histórico de utilização em alimentos e suplementos, mas isso não significa que qualquer produto seja apropriado para qualquer pessoa.

A segurança depende do microrganismo, produto e indivíduo.

Pessoas com condições médicas importantes, imunidade severamente comprometida, hospitalização, dispositivos invasivos ou situações clínicas complexas devem discutir a utilização com o profissional responsável.

Da mesma maneira, sintomas gastrointestinais persistentes não deveriam ser simplesmente mascarados com suplementos.

Probiótico não substitui diagnóstico.

Crianças podem usar probióticos?

Existem probióticos estudados em populações pediátricas.

Mas criança não é simplesmente um adulto pequeno.

Produto, cepa, quantidade, idade e contexto importam.

A utilização em crianças deve respeitar a indicação e as orientações específicas do produto e, quando apropriado, do pediatra.

Probióticos podem causar gases?

Algumas pessoas relatam alterações gastrointestinais ao iniciar determinados produtos.

Isso pode incluir:

gases;

distensão;

ou alterações transitórias do hábito intestinal.

Mas sintomas intensos ou persistentes não deveriam ser automaticamente classificados como:

“é sinal de que está funcionando”.

Esse raciocínio pode atrasar a identificação de um problema real.

Probiótico caro é necessariamente melhor?

Não.

Preço não substitui ciência.

Mas também não faz sentido supor que todos os produtos sejam equivalentes e que a única diferença seja marketing.

Formulações podem variar enormemente em:

matéria-prima;

cepas;

quantidade;

tecnologia;

embalagem;

estabilidade;

complexidade;

e procedência.

Para o consumidor premium, a pergunta não deveria ser apenas:

“qual é o mais caro?”

mas:

“o que estou recebendo em troca desse preço?”

Onde comprar probióticos importados premium?

Quanto mais raro e caro é o produto, maior deveria ser a atenção à origem.

A Quero Tudo Natural trabalha há 18 anos no mercado online, com foco também em suplementos importados e produtos especializados difíceis de encontrar no Brasil.

Grande parte do catálogo é trabalhada sob encomenda, permitindo buscar produtos recentes e com boa validade em vez de depender exclusivamente de grandes estoques mantidos por longos períodos.

Em produtos premium, procuramos combinar:

PRODUTO ORIGINAL

PROCEDÊNCIA

INFORMAÇÃO

ATENDIMENTO.

Perguntas frequentes sobre probióticos

O que são probióticos?

São microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefício à saúde do hospedeiro.

UFC e CFU são a mesma coisa?

Sim. UFC significa Unidades Formadoras de Colônias e CFU é a sigla inglesa para Colony-Forming Units.

Quanto mais UFC, melhor?

Não necessariamente. Quantidade importa, mas espécie, cepa, formulação, viabilidade e contexto também são fundamentais.

Probióticos são sempre bactérias?

Não. Existem também probióticos baseados em leveduras, como Saccharomyces boulardii.

Probiótico e prebiótico são iguais?

Não. Probióticos são microrganismos vivos. Prebióticos são substratos utilizados seletivamente por microrganismos do hospedeiro e associados a benefício.

Todo alimento fermentado é probiótico?

Não. Fermentação e probiótico são conceitos relacionados, mas não equivalentes.

Probiótico precisa de geladeira?

Depende da formulação. Siga as condições estabelecidas pelo fabricante.

Probiótico precisa ser tomado todos os dias para sempre?

Não existe essa regra universal. Algumas estratégias são diárias e outras utilizam períodos específicos.

Qual é o melhor probiótico?

Depende do objetivo, microrganismo, cepa, quantidade, formulação e contexto. Não existe um único produto universalmente melhor.

Existem probióticos com trilhões de UFC?

Sim. O Elixa, por exemplo, fornece 500 bilhões de UFC/CFU por dose durante a Fase 1 de 6 dias, totalizando 3 trilhões no programa completo.

Conclusão

Probióticos parecem simples quando vistos na prateleira.

Uma cápsula.

Um nome.

Um número de bilhões.

Mas, quando começamos a investigar, encontramos um universo muito mais interessante.

Para entender realmente um probiótico, pense em:

MICRORGANISMO

↓

ESPÉCIE

↓

CEPA

↓

UFC/CFU

↓

FORMULAÇÃO

↓

TECNOLOGIA

↓

EVIDÊNCIA

↓

VIABILIDADE

↓

PROCEDÊNCIA.

Essa sequência é muito mais útil do que simplesmente procurar:

“o produto com mais bilhões”.

E, a partir daqui, você pode aprofundar sua pesquisa conforme seu objetivo:

Quer entender alterações da microbiota?
Leia nosso guia sobre Disbiose Intestinal.

Quer comparar alimentos e fontes naturais?
Veja nosso guia de Alimentos Probióticos.

Quer descobrir como avaliar formulações premium?
Leia Melhor Probiótico: Como Escolher Entre os Mais Potentes.

Quer comparar Elixa com produtos conhecidos de farmácia?
Veja Elixa vs Floratil, Enterogermina e Repoflor.

Quer conhecer uma formulação de ultra-alta potência?
Conheça o Elixa Probiotic, com 3 trilhões de UFC/CFU no programa inicial de 6 dias.

A pergunta deixa então de ser apenas:

“Probióticos fazem bem?”

e passa a ser:

“Qual microrganismo, em qual quantidade, em qual formulação e para qual objetivo?”

Essa é uma maneira muito melhor de escolher.

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