Dihexa ampola injetável 10mg - Peptídeo Cognitivo para Estímulo da Sinaptogênese
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SKU: DIHEXA-10MG
Categorias: Dihexa
Tags: dihexa, estimulação cerebral, peptídeo cognitivo, sinaptogênese, suplemento neurocognitivo
Dihexa 10 mg Ampola Injetável – PNB-0408 para Pesquisa
A Dihexa 10 mg é uma preparação contendo Dihexa (PNB-0408), um composto sintético relacionado à angiotensina IV (Ang IV) e estudado em pesquisas pré-clínicas envolvendo sinalização celular, neuroplasticidade e mecanismos associados ao sistema HGF/c-Met.
Também conhecida pelo nome químico N-hexanoic-Tyr-Ile-(6)-aminohexanoic amide, a Dihexa é classificada na literatura científica como um análogo derivado da angiotensina IV. A National Library of Medicine (NLM) registra Dihexa como termo associado a essa denominação química.
A molécula despertou interesse científico principalmente devido à sua capacidade, demonstrada em modelos experimentais, de interagir com o fator de crescimento de hepatócitos (HGF) e influenciar a sinalização associada ao receptor c-Met.
A apresentação de 10 mg em ampola é destinada exclusivamente ao contexto de pesquisa, não sendo apresentada como medicamento ou tratamento aprovado.
O que é Dihexa?
Dihexa (PNB-0408) é um análogo sintético relacionado à angiotensina IV.
Seu nome químico é:
N-hexanoic-Tyr-Ile-(6)-aminohexanoic amide
A molécula foi desenvolvida a partir de pesquisas com peptídeos relacionados à angiotensina IV e chamou atenção por apresentar características diferentes dos peptídeos Ang IV originais.
Na literatura científica, a Dihexa é investigada principalmente por sua interação com mecanismos relacionados ao HGF/c-Met, uma via de sinalização celular envolvida em processos de crescimento, sobrevivência, migração e remodelamento celular.
O interesse pela molécula também se estende à pesquisa sobre sinaptogênese e plasticidade neuronal.
Dihexa e a sinalização HGF/c-Met
Um dos principais mecanismos estudados para a Dihexa envolve o Hepatocyte Growth Factor (HGF) e seu receptor, conhecido como c-Met.
O HGF é um fator de crescimento que exerce suas funções celulares principalmente por meio da ligação e ativação do receptor c-Met.
Em um estudo publicado no Journal of Pharmacology and Experimental Therapeutics, pesquisadores investigaram a capacidade da Dihexa de interagir com HGF e modular a ativação de c-Met.
Os resultados mostraram que a Dihexa se ligou ao HGF e potencializou a sinalização dependente de HGF/c-Met em modelos experimentais. O trabalho também associou essa atividade a alterações relacionadas à formação de espinhas dendríticas e sinapses no hipocampo.
Esse mecanismo é uma das principais razões para o interesse científico pela Dihexa.
Dihexa e neuroplasticidade
A neuroplasticidade descreve a capacidade do sistema nervoso de modificar conexões e circuitos em resposta a estímulos, experiências ou alterações fisiológicas.
Pesquisas pré-clínicas com Dihexa investigaram sua relação com processos como:
- formação de novas conexões sinápticas;
- densidade de espinhas dendríticas;
- sinalização neuronal;
- plasticidade do hipocampo;
- aprendizagem e memória em modelos experimentais.
No estudo de McCoy e colaboradores, a Dihexa e outros compostos derivados da angiotensina IV foram investigados em relação à sinalização HGF/c-Met e à formação de conexões neuronais.
Os pesquisadores observaram que os efeitos sobre sinaptogênese eram dependentes da atividade do sistema HGF/c-Met, reforçando a hipótese de que essa via possui papel central na atividade experimental da molécula.
Dihexa e sinaptogênese
A sinaptogênese é o processo pelo qual são formadas conexões entre neurônios.
Esse mecanismo é fundamental para a organização e adaptação das redes neuronais.
Em modelos experimentais, a Dihexa foi estudada por sua capacidade de aumentar marcadores associados à formação de conexões sinápticas.
Os resultados observados em pesquisas pré-clínicas incluem alterações relacionadas à:
- densidade de espinhas dendríticas;
- formação de sinapses;
- atividade do hipocampo;
- sinalização HGF/c-Met.
É importante, porém, diferenciar sinaptogênese observada experimentalmente de alegações como “regeneração cerebral”, “cura de doenças neurológicas” ou “aumento garantido da inteligência”. Essas conclusões não são estabelecidas pelos estudos disponíveis.
Dihexa e memória
A relação entre Dihexa e memória é outra área que despertou interesse científico.
Pesquisas pré-clínicas utilizaram modelos animais para investigar possíveis efeitos da molécula sobre processos relacionados à aprendizagem e memória.
Em um dos trabalhos fundamentais sobre o composto, a atividade comportamental associada à aprendizagem espacial foi relacionada à sinalização HGF/c-Met.
Quando os pesquisadores bloquearam essa via utilizando um antagonista de HGF, os efeitos observados com Dihexa foram impedidos, fornecendo evidências experimentais de que o sistema HGF/c-Met participa de sua atividade.
Esses resultados são relevantes para a pesquisa de mecanismos de memória, mas foram obtidos em modelos experimentais e não comprovam eficácia cognitiva em seres humanos.
Dihexa como análogo da angiotensina IV
A Dihexa pertence a uma linha de pesquisa baseada em moléculas relacionadas à angiotensina IV.
A partir dessas pesquisas, cientistas investigaram análogos capazes de apresentar propriedades farmacológicas distintas das moléculas naturais.
A Dihexa representa uma dessas moléculas modificadas.
Sua estrutura foi desenvolvida para modificar características relacionadas à estabilidade e à atividade biológica, permitindo sua investigação em modelos de sinalização neuronal.
A literatura científica identifica a Dihexa como um análogo derivado da angiotensina IV e descreve sua capacidade de interagir com HGF.
Estrutura e características químicas
Nome: Dihexa
Código: PNB-0408
Nome químico: N-hexanoic-Tyr-Ile-(6)-aminohexanoic amide
Classe: Análogo sintético derivado da angiotensina IV
CAS: 1401708-83-5
A estrutura molecular da Dihexa é diferente da sequência original da angiotensina IV, incorporando modificações destinadas a alterar suas propriedades farmacológicas.
Para pesquisas que exigem caracterização analítica precisa, devem ser consultadas as especificações do fabricante e o Certificado de Análise (COA) correspondente ao lote.
Dihexa e barreira hematoencefálica
Uma característica frequentemente discutida na literatura sobre Dihexa é sua capacidade de alcançar o sistema nervoso central.
O trabalho publicado no Journal of Pharmacology and Experimental Therapeutics descreveu a Dihexa como um análogo de angiotensina IV com propriedades que permitem sua investigação em relação à atividade no sistema nervoso central.
Esse aspecto é particularmente relevante para pesquisas envolvendo:
- HGF/c-Met;
- hipocampo;
- sinaptogênese;
- plasticidade neuronal;
- aprendizagem e memória.
Entretanto, resultados farmacocinéticos e de penetração cerebral observados em modelos pré-clínicos não devem ser extrapolados diretamente para seres humanos.
Dihexa e pesquisas sobre doenças neurológicas
A atividade experimental da Dihexa levou pesquisadores a investigar seu possível interesse em modelos relacionados a alterações cognitivas e neurológicas.
Entre as áreas de interesse estão:
- memória;
- aprendizagem;
- plasticidade neuronal;
- sinaptogênese;
- envelhecimento cerebral;
- mecanismos neurodegenerativos.
Essas pesquisas são principalmente pré-clínicas.
Não existem evidências clínicas suficientes para apresentar Dihexa como tratamento comprovado para Alzheimer, demência, Parkinson, lesões cerebrais ou qualquer outra doença neurológica.
Por que a via HGF/c-Met é importante?
A via HGF/c-Met possui papel relevante em diferentes processos biológicos.
O receptor c-Met é uma tirosina-quinase ativada pelo HGF e participa de mecanismos relacionados a crescimento celular, sobrevivência, migração e remodelamento tecidual.
Por isso, a sinalização HGF/c-Met é estudada em diversas áreas da biologia celular.
No contexto da Dihexa, essa via é particularmente importante porque os estudos experimentais indicam que a molécula pode modular a atividade do HGF e potencializar a sinalização associada ao c-Met.
Isso ajuda a explicar o interesse científico da Dihexa em pesquisas sobre plasticidade neuronal.
Dihexa 10 mg – características do produto
A apresentação Dihexa 10 mg é destinada a pesquisadores que trabalham com compostos experimentais relacionados à sinalização celular e à pesquisa de peptídeos e análogos bioativos.
Informações do produto
| Característica | Informação |
|---|---|
| Nome | Dihexa |
| Código | PNB-0408 |
| Quantidade | 10 mg |
| Classe | Análogo derivado da angiotensina IV |
| Nome químico | N-hexanoic-Tyr-Ile-(6)-aminohexanoic amide |
| CAS | 1401708-83-5 |
| Principal via de pesquisa | Sinalização HGF/c-Met |
| Áreas de investigação | Neuroplasticidade, sinaptogênese e sinalização celular |
| Finalidade | Pesquisa científica |
Controle de qualidade e documentação
Para aplicações laboratoriais, a caracterização do material é um aspecto fundamental.
O pesquisador deve consultar a documentação correspondente ao lote específico, incluindo, quando disponibilizado:
- Certificado de Análise (COA);
- análise de pureza;
- identificação do composto;
- número do lote;
- massa molecular;
- resultados cromatográficos;
- demais especificações analíticas.
A documentação do lote é especialmente importante para trabalhos que exigem rastreabilidade e reprodutibilidade experimental.
Armazenamento e conservação
A estabilidade de compostos experimentais pode variar de acordo com sua formulação e apresentação.
Por isso, as condições de armazenamento devem seguir as especificações fornecidas para o produto e lote específico.
De maneira geral, pesquisadores devem:
- proteger o material de calor excessivo;
- evitar exposição desnecessária à luz;
- manter a embalagem adequadamente fechada;
- minimizar exposição à umidade;
- respeitar as condições indicadas pelo fabricante;
- não utilizar o material após o prazo de validade.
Para a apresentação em ampola, devem ser seguidas prioritariamente as instruções específicas de conservação fornecidas com o produto.
Dihexa é medicamento?
Não.
A Dihexa é uma molécula experimental estudada em pesquisas pré-clínicas. Ela não deve ser apresentada como medicamento aprovado ou como tratamento comprovado para doenças.
Os resultados encontrados na literatura científica são principalmente derivados de experimentos celulares e estudos em animais.
Dihexa possui estudos em humanos?
A literatura disponível sobre Dihexa é predominantemente pré-clínica.
Os estudos mais relevantes investigam mecanismos moleculares, atividade celular, sinaptogênese e efeitos comportamentais em modelos animais.
Portanto, ainda existem importantes lacunas relacionadas a:
- segurança em humanos;
- farmacocinética em humanos;
- dose terapêutica;
- eficácia clínica;
- efeitos adversos de longo prazo;
- interações medicamentosas.
Por esse motivo, resultados experimentais não devem ser interpretados como comprovação de segurança ou eficácia clínica.
Dihexa 10 mg: perguntas frequentes
O que é Dihexa?
Dihexa é um composto sintético derivado da pesquisa com análogos da angiotensina IV, também conhecido como PNB-0408.
O que significa PNB-0408?
PNB-0408 é uma denominação/código associado ao composto Dihexa.
Qual é o nome químico da Dihexa?
O nome químico registrado para Dihexa é N-hexanoic-Tyr-Ile-(6)-aminohexanoic amide. A NLM registra esse nome como o termo preferencial associado ao conceito Dihexa.
Como funciona a Dihexa?
Estudos pré-clínicos indicam que a Dihexa pode se ligar ao HGF e potencializar a sinalização associada ao receptor c-Met.
Dihexa aumenta a memória?
Estudos em modelos animais investigaram efeitos relacionados à aprendizagem e memória, além de alterações na sinaptogênese. Esses resultados não comprovam aumento de memória ou desempenho cognitivo em humanos.
Dihexa promove neuroplasticidade?
A Dihexa foi investigada em modelos experimentais de sinaptogênese e formação de espinhas dendríticas. Esses resultados sustentam seu interesse como ferramenta de pesquisa sobre neuroplasticidade.
Dihexa é um peptídeo?
A Dihexa é frequentemente descrita como um análogo peptídico da angiotensina IV ou composto peptidomimético derivado dessa classe de moléculas. Sua estrutura é modificada em relação à angiotensina IV natural.
Para que serve a Dihexa 10 mg?
A apresentação é destinada à pesquisa científica de mecanismos relacionados a HGF/c-Met, sinalização celular, sinaptogênese e neuroplasticidade.
A Dihexa 10 mg é indicada para uso humano?
Não. O produto é destinado exclusivamente à pesquisa e não deve ser utilizado como medicamento ou tratamento.
Considerações finais
A Dihexa (PNB-0408) é uma molécula experimental de interesse crescente na pesquisa de sinalização celular e neuroplasticidade.
Seu principal diferencial científico está na interação investigada com o fator de crescimento de hepatócitos (HGF) e na modulação da sinalização do receptor c-Met.
Estudos pré-clínicos demonstraram efeitos relacionados à sinalização HGF/c-Met, formação de espinhas dendríticas e sinaptogênese, fornecendo uma base científica para pesquisas adicionais sobre os mecanismos moleculares envolvidos em plasticidade neuronal.
Ao mesmo tempo, é fundamental manter a distinção entre resultados pré-clínicos e evidência clínica.
A Dihexa ainda não possui um conjunto de evidências clínicas humanas que permita estabelecer segurança, eficácia ou protocolos terapêuticos.
A apresentação Dihexa 10 mg em ampola deve, portanto, ser considerada um material destinado exclusivamente à pesquisa científica e laboratorial.
Referências científicas
1. McCoy AT, et al. (2013/2014)
The procognitive and synaptogenic effects of angiotensin IV-derived peptides are dependent on activation of the hepatocyte growth factor/c-met system.
Journal of Pharmacology and Experimental Therapeutics.
O estudo investigou os mecanismos associados aos efeitos procognitivos e sinaptogênicos de análogos da angiotensina IV, incluindo Dihexa, demonstrando a participação da sinalização HGF/c-Met.
2. National Library of Medicine – MeSH
N-hexanoic-Tyr-Ile-(6) aminohexanoic amide – MeSH Supplementary Concept Data.
A base da National Library of Medicine registra Dihexa como termo associado a N-hexanoic-Tyr-Ile-(6)-aminohexanoic amide.
3. Cecchi F, Rabe DC, Bottaro DP. (2011)
The Hepatocyte Growth Factor Receptor: Structure and Function.
Current Signal Transduction Therapy.
Trabalho de referência sobre a biologia do sistema HGF/c-Met e sua importância na sinalização celular.
Aviso importante
PRODUTO DESTINADO EXCLUSIVAMENTE À PESQUISA CIENTÍFICA E LABORATORIAL (RESEARCH USE ONLY – RUO). NÃO É DESTINADO AO CONSUMO HUMANO OU ANIMAL. NÃO É MEDICAMENTO, SUPLEMENTO ALIMENTAR OU PRODUTO DESTINADO AO DIAGNÓSTICO, PREVENÇÃO OU TRATAMENTO DE DOENÇAS.
As informações apresentadas têm finalidade exclusivamente educacional e científica. Os resultados mencionados são provenientes de pesquisas pré-clínicas e não constituem comprovação de eficácia ou segurança terapêutica em seres humanos.
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